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Uma visão sobre a dor

Uma visão sobre a dor

Iriê Salomão de Campos

 

“Bem-aventurados os que sofrem, porque serão consolados”, assim Jesus indica o lenitivo para nossas dores, o que torna contraditória a expressão “castigo divino”, tão divulgada e explorada pelas religiões, ocupando um grande espaço entre as mais variadas civilizações do planeta, fazendo com que crescêssemos com medo. Medo de escuro, da esquina próxima, de perder o emprego, medo do medo. Do escuro à Síndrome do Pânico, o medo atualizou-se, evoluiu como a própria dor. Doenças fatais no passado, hoje nada significam. Temos a Aids e a Gripe Suína. Serão elas castigos de Deus, como alegavam serem a Peste Negra e a Tuberculose?

Se por um lado a Igreja mostrava a dor como castigo divino, ao que víamos; após o Catolicismo, a Filosofia ressurgiu no mundo com intuito de responder às questões essenciais, distanciando-se do fatalismo eclesiástico, o que nos trouxe o pensamento do filósofo Miguel de Unamuno, para quem “o Homem é um drama”. Assim, fechou-se o universo materialista em um cubo. Sofre-se porque se sofre e não se sabe por que se sofre. A dor aparece; e para onde recorrer? Temos duas opções: o medo ou nada. Castigo divino ou acaso fortuito? E as nossas emoções como ficam? À revelia de uma dor que pode aumentar, sem mesmo sabermos por que ou para que estamos sofrendo? Aonde a dor nos levará?

A dor não escolhe classe social, atinge todos. Temos realmente motivos para pensarmos em drama ao vermos nossa vida assim. A angústia é a única companheira neste mundo onde a dor impera sem concorrente. Deus criaria o mundo para isso? Jesus afirmaria: “Bem-aventurados os que sofrem porque serão consolados”, caso não houvesse a verdade encoberta pelo manto das crendices? Aí recomeça a caminhada; ao buscarmos a paz íntima, deparamo-nos com tais ansiedades que nos acompanham desde sempre. E a Doutrina Espírita trazendo a luz do Cristianismo no esplendor de sua essência decifra a dor e não deixa o homem ser devorado por ela, como no enigma da esfinge de Édipo que afirma “Decifra-me ou te devoro”. O Espiritismo mostra-nos ser a dor o aviso na contenção de excessos e, para vencê-la, é necessário nos elevarmos acima da matéria, vermos a vida com os olhos do espírito, sentindo que o amparo Divino é constante, que o Amor equilibra e a dor restaura, por isso Jesus afirma “Bem-aventurados os que sofrem, porque serão consolados”.

 
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